
Equipamento de engarrafamento usado para fábricas angolanas de água mineral, refrigerantes, cerveja e sumos. Exportação marítima para Luanda, Lobito e Namibe com instalação no destino.
Angola é um dos mercados de mais rápido crescimento em África para a indústria de bebidas engarrafadas. Com uma população acima dos 35 milhões de habitantes e um clima que favorece o consumo de água engarrafada, refrigerantes e cerveja, o país oferece oportunidades excecionais para empreendedores e indústrias que pretendem instalar novas fábricas ou expandir capacidade existente. As linhas de engarrafamento usadas de origem europeia são a solução ideal para projetos greenfield em Luanda, Benguela, Huambo, Lubango e Cabinda, oferecendo tecnologia comprovada a uma fração do investimento de equipamento novo.
Equipamento de engarrafamento usado mais relevante para o mercado angola.
Para água mineral e refrigerantes — formato dominante em Angola.
Produção local de garrafas a partir de pré-formas reduz custos logísticos.
Mercado de água engarrafada em forte expansão em Angola.
Cerveja é a bebida alcoólica mais consumida no país.
Automação de fim de linha para grandes volumes de produção.
Robustez alemã ideal para condições industriais angolanas.
O consumo per capita de água engarrafada em Angola tem crescido a dois dígitos anualmente, impulsionado pela urbanização de Luanda, Benguela e Huambo e pela maior consciência de saúde pública. Marcas como Pura, Cristalina, Bonaqua e dezenas de marcas locais competem num mercado em rápida expansão. Para entrar neste mercado, novos engarrafadores procuram linhas PET de média velocidade (6.000-18.000 bph) que combinam sopradora, enchedora e rotuladora num espaço compacto.
O setor cervejeiro angolano é dominado historicamente pela Cuca e Nocal, mas tem visto o aparecimento de novas cervejarias artesanais. Para estes projetos, monoblocos isobáricos de média capacidade (3.000-12.000 bph) e linhas usadas de marcas como Krones e KHS oferecem a fiabilidade necessária para operar em condições climáticas exigentes.
Os refrigerantes e sumos tropicais (manga, maracujá, goiaba) representam outro segmento de forte crescimento. As linhas usadas hot-fill para sumos de polpa e cold-fill PET para refrigerantes carbonatados estão entre os equipamentos mais procurados por investidores angolanos.
Exportamos linhas de engarrafamento usadas para Angola por transporte marítimo em contentor de 20' ou 40' a partir dos portos italianos de Génova, La Spezia ou Livorno, com destino aos portos de Luanda, Lobito e Namibe. O tempo de trânsito marítimo é tipicamente de 25 a 35 dias, ao qual se somam 1 a 2 semanas para desmontagem, embalagem industrial e carregamento em contentor.
Tratamos toda a documentação de exportação: fatura comercial, packing list, BL marítimo, certificado de origem EUR.1 quando aplicável e certificados técnicos do equipamento. Para o despacho de importação em Angola, o nosso parceiro logístico local apoia o cliente no processamento aduaneiro junto da AGT (Administração Geral Tributária), incluindo o licenciamento de importação no MINCO e a obtenção de licenças sanitárias para equipamento alimentar.
Após chegada do contentor, oferecemos serviço de instalação chave-na-mão: a nossa equipa técnica desloca-se a Luanda ou ao local da fábrica para descarregar, montar, comissionar a linha, fazer testes em produção e formar os operadores angolanos.
A compra de linhas de engarrafamento usadas europeias é estratégica para investidores angolanos pelas seguintes razões:
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O tempo total desde a confirmação da compra até à chegada ao porto de Luanda é de aproximadamente 6 a 8 semanas: 1-2 semanas de desmontagem e embalagem, 25-35 dias de transporte marítimo. A instalação no local da fábrica demora adicionalmente 2 a 4 semanas dependendo da complexidade da linha.
As linhas PET de média velocidade (6.000 a 18.000 garrafas/hora) para água mineral são o equipamento mais procurado, seguidas de monoblocos para cerveja e refrigerantes. Sopradoras PET autónomas são também muito procuradas porque permitem a produção local de garrafas a partir de pré-formas importadas, reduzindo custos logísticos.
Sim. A nossa equipa técnica viaja para Luanda ou para a localização da fábrica em qualquer província angolana para supervisionar a instalação, comissionamento e formação dos operadores. Temos experiência comprovada em projetos em Luanda, Benguela, Huambo, Lubango e Cabinda.
Aceitamos transferência bancária internacional em euros (SWIFT) e carta de crédito documentária (LC) emitida por bancos angolanos de primeira linha. Para clientes recorrentes oferecemos condições de pagamento parcelado. Recomendamos o pagamento em euros para evitar exposição cambial em kwanzas.
Fatura comercial, packing list, BL marítimo, certificado de origem, licença de importação MINCO, registo no MINSA quando aplicável a equipamento de contacto alimentar, e DAR (Documento Aduaneiro Único) processado por despachante autorizado em Luanda. Apoiamos toda a preparação documental no lado europeu.
Contacte-nos hoje para receber um orçamento personalizado. Exportamos para Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde e toda a África lusófona. Inspeção, desmontagem e instalação incluídos.